Conheça 10 tendências tecnológicas para o mercado de moda em 2018

O novo ritmo da indústria está agitando o sistema de moda. As vendas do setor de moda cresceram rapidamente, em mais de 20% nos últimos três anos, e o setor online está ganhando caca vez mais terreno.

Os principais players de moda estão acelerando o tempo de produção até a prateleira, incluindo o recente anúncio da Gucci, que irá se concentrará na otimização e capacidade de resposta em relação a cadeia de suprimentos. Essa “necessidade de velocidade” é impulsionada em parte pelas mídias sociais, que vem trazendo tendências de moda para mais consumidores com um ritmo mais rápido, como jamais visto.

Os líderes da indústria também estão quebrando os padrões, pois análises e os insights realizados através de pesquisas, permitem que eles atinjam melhor as necessidades dos clientes e melhorem a capacidade de resposta. Mas velocidade e flexibilidade trazem novos desafios.

O tempo de encurtamento exige mudanças importantes no modelo tradicional de negócios e na configuração da cadeia de suprimentos. Mudar o foco e centrar no cliente—o tendo como principal motor de design, produção e comercialização. Confira as 10 tendências tecnológicas que irão movimentar o mercado de moda nesse ano e causar grandes transformações.

 

#1. Previsivelmente imprevisível
Falando de business, sabemos que as turbulências políticas, econômicas e a imprevisibilidade acabaram se tornando comuns no cotidiano das empresas. As mudanças diárias e desafios impostos pelas novas condições devem ser levados em conta sim, mas é interessante manter o foco e energia no que está sob controle, para não perder boas oportunidades de explorar o que já se tem em mãos.

#2. Re-globalização
A globalização é uma realidade e uma pauta sempre em voga em qualquer roda de conversa. Mas estamos prestes a experimentar uma nova fase desse fenômeno, que será caracterizado pelo crescimento exponencial da banda larga, conectividade e fluxo de dados digitais. Saber fazer uso e administrar bem essas funções e informações, pode ser uma grande vantagem competitiva.

#3. Pioneirismo Asiático
O mercado asiático em termos de varejo online e comércio eletrônico online de forma geral, se destaca dentre os muitos que competem hoje em dia. Mesmo tendo uma grande fatia desse nicho, os investidores pretendem cada vez mais se afirmar, e buscar liderança. Ficar de olho nos próximos movimentos e inovações propostas por eles é bem bacana, assim é possível ter noção da próximas tendências do setor.

 

#4. Intimidade? Sim!
Já entendemos que o consumidor atual não se comporta de uma forma linear, e diante de tantas ofertas é praticamente impossível reagir sempre da mesma maneira. As palavras que regem a nova forma de consumir são autenticidade e individualidade, e perceber o que o cliente realmente quer e ouvir suas opiniões, pode facilmente se tornar uma forma de cativa-lo. Fornecer experiências, se adaptar as recomendações, personalizar a forma de prestar serviços e reforças os pontos fortes das empresas, com certeza é um bom caminho a seguir.

#5. But First: Plataformas
Não estamos falando apenas de Facebook ou Instagram, mas sim de plataformas online voltadas para moda. Cada vez mais o primeiro ponto de busca do consumidor se dará no âmbito online, atraídos pela amplitude, conveniência e relevância oferecidas. Aproveitar o que esses poderosos canais de venda proporcionam é fundamental, e buscar formas de como colaborar e participar desse meio é uma boa pedida.

#6. Facilitando
Comprar online já se tornou uma atividade rotineira na vida de qualquer pessoa, principalmente através de Smartphones. O varejo de moda é presente nesse nicho e atua de maneira constante, mas além de oferecer produtos é necessário suprir a expectativa do consumidor em relação a sua experiência de compra. Buscar entender o sistema de pagamentos móveis e suas opções é fundamental, para além de tornar o processo rápido e conveniente, fidelizar seu cliente e proporcionar uma boa experiência.

#7. IA é real
Fazer uso de novas tecnologias é praxe no mercado de moda, e uma das mais promissoras é a Inteligência Artificial. Além de usos tradicionais para a IA, os líderes de mercado que a utilizam irão revelar novas possibilidades para a tecnologia, explorando novas formas de criar valor para a indústria da moda. As melhorias da IA ​​irão além das áreas técnicas, tarefas da máquina em processos criativos e de interação com o cliente, abrindo um leque que possibilita atenuar a linha entre tecnologia e criatividade, tornando o processo mais interativo e natural.

#8. Sustentabilidade Transparente
Além de ser um menu de iniciativa centradas no marketing, a sustentabilidade vai ser parte integrante do sistema de planejamento das empresas, onde os princípios da economia circular são incorporados em toda a cadeia de valor. Mais marcas planejarão a reciclabilidade a partir do estágio de fibra da cadeia de suprimentos e muitos aproveitarão a sustentabilidade através da inovação tecnológica, com propósitos de eficiência, transparência, causas legítimas e autênticas ações éticas.

#9. Big Insights
O timing perfeito é complicado para acalçar, mas algumas práticas podem te levar a acertar. Empresas que ainda operam nas regras antigas, com processos de desenvolvimento de produtos longos , podendo enfrentar o aumento do risco de perder a “moda” e ter excesso de estoque, se não forem capazes de se ajustar de acordo coma demanda. Mas outros estão criando cadeias de suprimentos ágeis apoiadas por insights de consumidores, e elaborando processos de maior qualidade e aproveitamento. Recolher e utilizar as informações com o uso de Big Data, é uma ótima opção para entender e mensurar o ciclo da cadeia produtiva, como também compreender as suas necessidades.

#10. Kickstarter
A intensa necessidade de inovação em toda a indústria, unido ao número crescente de empresas de moda terá como objetivo se apropriar das qualidades de startups, como agilidade, colaboração e abertura. Por mas tradicionais que sejam os métodos adotados, se tornará quase que obrigatório abrir a mente para novos tipos de talentos, novas formas de atuação, novos tipos de parcerias e novos modelos de investimento.

 

Fonte: Revista Catarina

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